domingo, 4 de outubro de 2015

Sargento da PM mata cinco da mesma família e logo após se suicida


Seis pessoas de uma mesma família foram encontradas mortas na noite desta sexta-feira (2) em uma casa localizada na zona rural de Extrema, no Sul do Estado. O sargento reformado da Polícia Militar Sérgio Ricardo da Silva, de 53 anos, assassinou a esposa, os pais dela, a enteada de 14 anos, sua filha adotiva de 12 e tirou a própria vida logo em seguida. 
De acordo com militares da 278ª Companhia do 59º Batalhão da Polícia Militar (PM), a corporação foi acionada por volta das 19h30 por vizinhos da residência, que fica em um local chamado Chácara Morais, no bairro Furnas. A casa era do sogro do suspeito. Os vizinhos disseram ter ouvido vários tiros. 
Assim que chegaram ao local do crime, os policias avistaram os corpos dos donos da casa, o sogro José Ribamar de Morais 68 anos e sua mulher Cremisa de Souza Amorim de 43 anos. Eles estavam caídos em uma cozinha do lado de fora da casa. A sogra era madrasta da mulher do suspeito. Dentro da residência foram localizados então os corpos do militar e de sua mulher, Kátia Marques de Morais, de 36 anos, que estavam próximos do banheiro, segundo matéria do jornal O Tempo. Um operador de máquinas que mora perto do sítio onde cinco pessoas da mesma família foram mortas por um sargento da Polícia Militar aposentado ouviu gritos pedindo por socorro. "Fui até lá [após ouvir os gritos]. [O militar] estava com a arma na mão", contou Leonardo de Oliveira. Segundo a Polícia Militar, Sérgio Ricardo da Silva, de 52 anos, matou a mulher, a filha adotiva, a enteada e os sogros na noite desta sexta-feira (2) em Extrema (MG). Em seguida, ele se suicidou.
Oliveira viu ainda Kátia Marques de Morais, de 36 anos, mulher do sargento, que estava ferida. "Eu vi a moça segurando o braço, estava atingida, aí ele [o militar] me viu e veio. Eu corri, depois ele voltou de novo, aí eu acho que ela escondeu no banheiro. Ele chutou a porta. Aí eu desci, ouvi um disparo, aí quando cheguei em casa e liguei pra polícia, pra ambulância, aí eu ouvi mais dois disparos e não ouvi mais nada depois", contou ao G1.

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